sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Alcachofra

 
Alcachofra, de nome científico Cynara scolymus, é uma planta medicinal que serve para emagrecer e para complementar diversos tratamentos, tais como: baixar o colesterol; combater a anemia; regular os níveis de açúcar no sangue e combater os gases, por exemplo. Ela é originária de países do mar mediterrâneo, como a Grécia, e, para muitos, a alcachofra é considerada afrodisíaca.

Propriedades da Alcachofra

A alcachofra é antiesclerótica; depurativa do sangue; digestiva; diurética; laxante, anti-reumática; anti-tóxica; hipotensora e é boa para baixar a febre.

Composição Nutricional da Alcachofra

O coração da alcachofra possui por 100g:
  • 16.7 calorias
  • 3.22 g de carboidratos
  • 0.9 g  de proteína
  • 20 mcg de retinol (vit. A)
  • 250 mcg de vit B1
  • 129 mcg de vit. B2
  • 7,5 mg de Vit. C

Para que serve a Alcachofra

Anemia; aterosclerose; diabetes; doenças do coração; febre; fígado; fraqueza; gota; hemorroidas; hemofilia; pneumonia; reumatismo; sífilis; tosse; ureia; urticária; problemas urinários.

Modo de uso da Alcachofra

A alcachofra pode ser consumida in natura, em forma de salada crua ou cozida; chá ou em cápsulas industrializadas.
As cápsulas da alcachofra devem ser consumidas antes ou depois das principais refeições do dia, juntamente com um pouquinho de água.
  • Chá de alcachofra: Colocar numa xícara de água fervente, de 2 a 4 g das folhas de alcachofra e deixar repousar por 5 minutos. Coar e beber a seguir. 

Receita do chá de Alcachofra

Ingredientes

  • Alcachofra
  • Água

Modo de preparo

Ferva 2 colheres da folha de alcachofra picada com 1 litro de água, deixe esfriar e coe. Tome 1 xícara (de chá) 3 vezes ao dia, após as principais refeições. Cada xícara de chá deve ser preparada e consumida imediatamente, para conservar o máximo de suas propriedades medicinais.

Receita de alcachofra gratinada

Consumir a alcachofra gratinada é uma deliciosa forma de aproveitar os benefícios desta planta medicinal.

Ingredientes

  • 2 flores de alcachofra
  • 1 pacote de creme de leite
  • 2 colheres de sopa de queijo ralado

Modo de preparo

Para preparar a alcachofra gratinada, basta colocar todos os ingredientes fatiados numa assadeira e temperar com sal e pimenta. Acrescente o creme de leite por último e cubra com o queijo ralado, levando para assar no forno a 220ºC. Sirva quando estiver bem douradinho.

Efeitos colaterais da Alcachofra

Não há.

Contraindicações da Alcachofra

Indivíduos com obstrução do ducto biliar, durante a gravidez e amamentação.

sábado, 9 de novembro de 2013

 Pitanga: uma fruta especial

(24/04/2008)

 Márcia Vizzottto


A pitanga, fruto da pitangueira (Eugenia uniflora L.), pertence à família botânica das Myrtaceae. É uma planta frutífera nativa do Brasil, da Argentina e do Uruguai. O seu nome vem da palavra tupi "pyrang", que significa "vermelha". Já era apreciada pelos colonizadores que a cultivavam em suas residências, e de seus frutos que produziam doces e sucos, além de utilizarem suas folhas na medicina popular. Apesar de sua origem tropical, seu cultivo já se encontra difundido por diversos países, podendo ser encontrada no sul dos Estados Unidos, nas ilhas do Caribe e em alguns países asiáticos. No Brasil, a região nordeste é a única a explorar comercialmente esta fruta de alto potencial econômico. A pitangueira frutifica de outubro a janeiro, e existe uma grande variação na coloração da fruta, indo do laranja, passando pelo vermelho, e chegando ao roxo, ou quase preto.
As folhas da pitangueira têm conhecidas atividades terapêuticas, tendo sido usadas no tratamento de diversas enfermidades, como febre, doenças estomacais, hipertensão, obesidade, reumatismo, bronquite e doenças cardiovasculares. Tem ação calmante, antiinflamatória, diurética, combate a obesidade e também possui atividade antioxidante. Os extratos da folha da pitangueira, assim como de outras espécies nativas, também apresentam atividade contra Trypanosoma congolense (doença do sono), e moderada atividade bactericida, sobre Staphylococcus aureous e Escherichia coli.
Há uma variedade de compostos secundários, ou fitoquímicos, já identificados nas folhas da pitangueira, como flavonóides, terpenos, taninos, antraquinonas e óleos essenciais. No entanto, sobre a fruta da pitangueira existem  poucos estudos, identificando somente algumas antocianinas e carotenóides. Pesquisas mostram que o conteúdo de fitoquímicos é maior em pitangas maduras do que semi-maduras e estes compostos de uma maneira geral estão concentrados na película da fruta, ou seja, na casca, sendo encontrados em menores concentrações na polpa. Para a pitanga, isto não chega a ser um problema já que, geralmente, é consumida sem a retirada da fina casca que protege a polpa.
Muitos estudos demonstram que o consumo de frutas e hortaliças, principalmente as coloridas, trazem benefícios à saúde. No entanto, nenhum mostra a relação do consumo de pitangas e prevenção ou combate de doenças. Neste sentido, a Embrapa Clima Temperado está iniciando um projeto em que a pitanga será estudada quanto ao seu potencial na prevenção de câncer, uma doença crônica não-transmissível. Em trabalhos preliminares, extratos de pitanga de coloração alaranjada foram testados em algumas linhagens de células cancerígenas (câncer cólon-retal, câncer de pulmão, câncer renal, câncer de mama, câncer de ovário), demonstrando redução na proliferação e viabilidade celular. Neste projeto será focado o câncer de cólon e serão feitos estudos desde a obtenção e estabilização do extrato, até a identificação dos compostos fitoquímicos e estudos em células cancerígenas de cólon e em animais modificados geneticamente para desenvolver o câncer de cólon. Este projeto conta ainda com a parceria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e da Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos.

    Pesquisadora da Embrapa Clima Temperado


   
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Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa

Pitanga: uma fruta especial

(24/04/2008)
Ações do documento
  • Márcia Vizzottto

A pitanga, fruto da pitangueira (Eugenia uniflora L.), pertence à família botânica das Myrtaceae. É uma planta frutífera nativa do Brasil, da Argentina e do Uruguai. O seu nome vem da palavra tupi "pyrang", que significa "vermelha". Já era apreciada pelos colonizadores que a cultivavam em suas residências, e de seus frutos que produziam doces e sucos, além de utilizarem suas folhas na medicina popular. Apesar de sua origem tropical, seu cultivo já se encontra difundido por diversos países, podendo ser encontrada no sul dos Estados Unidos, nas ilhas do Caribe e em alguns países asiáticos. No Brasil, a região nordeste é a única a explorar comercialmente esta fruta de alto potencial econômico. A pitangueira frutifica de outubro a janeiro, e existe uma grande variação na coloração da fruta, indo do laranja, passando pelo vermelho, e chegando ao roxo, ou quase preto.
As folhas da pitangueira têm conhecidas atividades terapêuticas, tendo sido usadas no tratamento de diversas enfermidades, como febre, doenças estomacais, hipertensão, obesidade, reumatismo, bronquite e doenças cardiovasculares. Tem ação calmante, antiinflamatória, diurética, combate a obesidade e também possui atividade antioxidante. Os extratos da folha da pitangueira, assim como de outras espécies nativas, também apresentam atividade contra Trypanosoma congolense (doença do sono), e moderada atividade bactericida, sobre Staphylococcus aureous e Escherichia coli.
Há uma variedade de compostos secundários, ou fitoquímicos, já identificados nas folhas da pitangueira, como flavonóides, terpenos, taninos, antraquinonas e óleos essenciais. No entanto, sobre a fruta da pitangueira existem  poucos estudos, identificando somente algumas antocianinas e carotenóides. Pesquisas mostram que o conteúdo de fitoquímicos é maior em pitangas maduras do que semi-maduras e estes compostos de uma maneira geral estão concentrados na película da fruta, ou seja, na casca, sendo encontrados em menores concentrações na polpa. Para a pitanga, isto não chega a ser um problema já que, geralmente, é consumida sem a retirada da fina casca que protege a polpa.
Muitos estudos demonstram que o consumo de frutas e hortaliças, principalmente as coloridas, trazem benefícios à saúde. No entanto, nenhum mostra a relação do consumo de pitangas e prevenção ou combate de doenças. Neste sentido, a Embrapa Clima Temperado está iniciando um projeto em que a pitanga será estudada quanto ao seu potencial na prevenção de câncer, uma doença crônica não-transmissível. Em trabalhos preliminares, extratos de pitanga de coloração alaranjada foram testados em algumas linhagens de células cancerígenas (câncer cólon-retal, câncer de pulmão, câncer renal, câncer de mama, câncer de ovário), demonstrando redução na proliferação e viabilidade celular. Neste projeto será focado o câncer de cólon e serão feitos estudos desde a obtenção e estabilização do extrato, até a identificação dos compostos fitoquímicos e estudos em células cancerígenas de cólon e em animais modificados geneticamente para desenvolver o câncer de cólon. Este projeto conta ainda com a parceria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e da Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos.


  • Pesquisadora da Embrapa Clima Temperado

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sábado, 2 de novembro de 2013

Alho: melhore sua imunidade



Thinkstock
Inverno.  Dias mais frios. É bom aumentar o consumo de alho, já que esse alimento tem a capacidade de aumentar as defesas do nosso organismo, contribuindo com a melhora da imunidade. O alho também tem em sua composição algumas vitaminas: A, B1, B2, C e minerais como cálcio, enxofre, iodo, magnésio, selênio, sódio e zinco. Em 1858 o microbiologista francês Louis Pasteur descobriu as propriedades bactericidas do alho. Durante a Primeira Guerra Mundial, o alho foi amplamente utilizado em curativos para prevenir infecções. Dentre as suas funções, destacam-se a capacidade de reduzir a pressão arterial, baixar o colesterol, contribuir com a glicemia sanguínea, atividade antiviral, antibactericida e antifúngica, o que torna o alimento um excelente recurso para  fortalecer o sistema imunológico.
Quantos dentes de alho devemos consumir?
A maior parte dos estudos  mostrando benefícios (principalmente para a saúde cardiovascular) utilizou doses de 600-900mg/dia, fornecendo aproximadamente 3.6-5.4mg de alicina (princípio ativo do alho). Isso corresponde a 1 dente de alho grande  cru ou 2 dentes pequenos por dia.
Como devemos consumir o alho?
- O princípio ativo presente no alho que é responsável pela ação biológica na defesa do organismo chama-se alicina. O alho fresco fornece a aliina, um aminoácido sulfurado que se transforma em alicina, após a ação da aliinase (enzima). A melhor forma de consumir o alho para aproveitar suas propriedades é triturar, amassar ou picar o alho e deixar 10 minutos em repouso antes do preparo. Esse é o tempo para permitir a ação da aliinase,  processo que converte a aliina em alicina.

- O alho cozido não possui os mesmos efeitos do alho in natura. O aquecimento (processamento térmico) resulta na redução da ação da aliinase.  Assim, como os princípios ativos do alho são muito sensíveis ao calor, recomenda-se o consumo do alho na sua forma crua.
Sugestão: picado na salada, no molho da salada, ou em sanduíches. Uma forma de facilitar a assimilação dos princípios ativos do alho é dissolvê-lo em um pouco de óleo (ex: azeite de oliva)
Qual é a melhor forma de armazenamento?
A pasta de alho pode ser deixada pronta na geladeira, não perdendo as suas propriedades.
Observação: O alho pode reduzir a pressão arterial. Assim, pessoas que tomam medicamento para reduzir a pressão, devem tomar cuidado para não ingeri-lo em grande quantidade, o que poderá favorecer ainda mais a redução da pressão. Consulte sempre o seu médico.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Ginkgo biloba tem poder! Descubra os benefícios da planta

Pesquisas alimentam a esperança de que a planta do Oriente previna (e ataque) tumores no ovário, na mama, no cérebro e no fígado. Com o seu extrato por perto, as células malignas se autodestroem

Publicado em 04/09/2013
Duda Teixeira | Foto: Dercílio
Ginkgo biloba

A ginkgo biloba foi a primeira planta a brotar após a destruição provocada pela bomba atômica na cidade de Hiroshima, no Japão e é famosa por suas façanhas. O extrato obtido de suas folhas comprovadamente reduz as tonturas, refresca a memória, alivia as dores nas pernas e nos braços e acaba com o zumbido no ouvido. Por tudo isso ela arrebanhou uma vasta clientela, composta na maior parte por idosos. Mas suspeita-se que o poder dessa planta de folhas de formato de leque vá além. Estudos realizados em laboratório e com seres humanos sugerem sua capacidade de prevenir e atacar tumores - mais um importante item que se acrescenta ao seu currículo.
 
A maneira como a ginkgo e seus componentes agem em escala celular ainda não foi totalmente decifrada, mas há algumas hipóteses. "Talvez a planta esteja envolvida com a habilidade do organismo de causar apoptose, a morte programada de células defeituosas", diz Daniel Cramer, diretor de Obstetrícia e Ginecologia Epidemiológica do Brigham and Women`s Hospital, ligado à Escola Médica Harvard, nos Estados Unidos. 
 
Outras estratégias descritas em diferentes trabalhos são sua habilidade para inibir os vasos que alimentam o câncer e sua capacidade de evitar danos ao DNA. Esses efeitos são obtidos por meio da ação de duas substâncias, os terpenóides e os bioflavonóides. Os primeiros viraram objeto de estudo mais recentemente. Os bioflavonóides, contudo, são conhecidos de longa data. Agem como antioxidantes, combatendo os radicais livres e impedindo o envelhecimento. Ambos fazem parte do mesmo extrato, o EGb 761 — matéria-prima dos comprimidos vendidos em farmácias.
 
O comprimido de ginkgo biloba desencadeia diversas reações que vão desde os pés até os ouvidos. Os vasos sangüíneos se dilatam e o sangue fica menos viscoso (mais "fino", como se diz). Assim, corre mais rápido, com mais facilidade, e alcança melhor os lugares mais distantes do coração. O labirinto, estrutura que pertence ao ouvido, passa a ser mais bem irrigado e oxigenado, o que ajuda a acabar com tonturas e zumbidos. As áreas do cérebro responsáveis pela memória e pelo raciocínio ficam mais despertas. O fluxo mais intenso também acaba com as dores nos braços e nas pernas, comuns na terceira idade. 
 
Efeitos colaterais
 
São raros os casos de efeitos colaterais advindos da ingestão de ginkgo, mas não se pode ignorá-los. O remédio possui tarja vermelha e só pode ser vendido com receita médica (a dose máxima recomendada é de 240 mg/dia). Esse cuidado existe porque, ao dilatar os vasos sanguíneos, a ginkgo pode provocar enxaqueca e aumentar a sensibilidade da pele, causando alergias. Esse problema é maior nas cápsulas de pó macerado e nas folhas para chá, vendidas em lojas de produtos naturais. Além de ter a eficiência questionada, elas possuem grandes quantidades de um ácido capaz de irritar a pele. Ao afinar o sangue, a planta também pode causar sangramentos (antes de submeter um paciente a cirurgia, os médicos costumam pedir que cesse a ingestão do comprimido). Na bula do medicamento há ainda advertências com relação a distúrbios gastrointestinas e queda de pressão arterial. "A ginkgo é uma planta segura, mas deve ser usada com cautela", resume o americano Daniel Cramer

 

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Compare o pistache com o amendoim



As quantidades comparadas referem-se a 100 gramas ou 1 pires cheio de cada




design Thiago Lyra | foto Sheila Oliveira/Empório Fotográfico




1 - De olho nas caloriasO amendoim é o mais engordativo da dupla. Isso porque acumula maior quantidade de calorias, embora o pistache não fique muito atrás.
Amendoim 585 calorias
Pistache 571 calorias

2 - Bom humor
O pistache oferece muito mais vitamina B6. Esse nutriente ajuda na formação de neurotransmissores como a serotonina, que só traz bem-estar. O ideal é consumir 1,3 miligrama por dia.
Pistache 1,27 miligrama
Amendoim 0,26 miligrama

3 - Mais vitamina E
O nutriente famoso pela ação antioxidante aparece mais no amendoim. A dose diária ideal para afastar o risco de tumores é de 15 miligramas.
Amendoim 8,3 miligramas
Pistache 5,2 miligramas

4 - Ajuda aos ossos
O pistache tem o dobro de cálcio, o mineral mais importante na composição do esqueleto. Todos nós precisamos de 1 mil miligramas por dia.
Pistache 110 miligramas
Amendoim 54 miligramas

5 - Alívio para a dorCom o amendoim, que concentra muito mais niacina. Além de combater cefaléias, essa vitamina auxilia na eliminação de toxinas. Homens precisam de 16 miligramas por dia e mulheres de 14.
Amendoim 13,5 miligramas
Pistache 1,43 miligrama

6 - Pique total
O pistache contém mais fósforo e por essa razão ajuda a afastar a fadiga. A sugestão é consumir 700 miligramas do nutriente todos os dias.
Pistache 485 miligramas
• Amendoim 358 miligramas

7 - Doses de magnésioO amendoim oferece mais desse mineral, que, além de dar um chega-pra-lá na irritabilidade, evita a subida da pressão arterial.
Amendoim 176 miligramas
Pistache 120 miligramas
Fonte: Pérola Ribeiro, Nutricionista da Universidade Federal de São Paulo



 
 

sábado, 26 de outubro de 2013

GOJY BERRY – UMA SURPRESA PARA A SAÚDE

Gogi BerryA pequenina fruta é um verdadeiro “tesouro alimentar”, um superalimento que também possui inúmeras qualidades terapêuticas!
Um expressivo e silencioso presente vindo do Extremo Oriente invadiu os mercados ocidentais: Gojy Berry é uma pequena fruta em baga do arbusto conhecido como Lyciun barbarum, originário nas Montanhas do Himalaia, em vales entre a China, a Mongólia e o Tibet, que há milênios é usada como planta curativa na medicina chinesa. Textos muito antigos descrevem a fruta com propriedades de restaurar a vitalidade e regenerar muitos órgãos como os olhos, o fígado e os rins.  De cor vermelha e sabor azedo, por aqui ela é encontrada seca (desidratada), pode ficar muito saborosa com iogurte, chocolate e sucos, uma colher de sopa é suficiente por dia para você conhecer os poderes de Gojy como também é chamada.
Nutrologistas e nutricionistas colocaram Gojy Berry no topo dos alimentos funcionais, por propriedades realmente especiais que merecem um pequeno quadro do conjunto para se compreender por que atletas, artistas, enfermos e pessoas que procuram levar uma vida saudável, com algum tipo de reeducação alimentar, procuram todos eles cotidianamente a “fruta milagrosa”.
Lista de benefícios nutricionais de Gojy Berry:
  • Riquíssima em Vitamina C
  • Maior fonte de carotenoides ( tem mais beta-caroteno que a cenoura )
  • 19 aminoácidos formadores de proteínas, com 8 deles essenciais para a manutenção da vida
  • Anti-inflamatório
  • Estimulante poderoso do sistema imunológico
  • Estimulante dos órgãos sexuais e reprodutores
  • Estimulante da circulação sanguínea
  • Auxiliar em tratamentos com câncer
  • Auxiliar em doenças dos olhos
  • Auxiliar em tratamentos com doenças do fígado
  • Auxiliar em doenças dos testículos
  • Elimina o colesterol ruim
  • Previne envelhecimento
  • Rica em fibras que aceleram o metabolismo e dão sensação de saciedade    
  • Altíssima ação antioxidante
  • Regulador da pressão arterial
 Quer mais? Então, experimente Gojy Berry!!