Alzheimer, infelizmente, é uma das principais causas de morte entre os idosos, e graças aos esforços de algumas instituições e profissionais que buscam a cura para esta doença triste.
Um deles é o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, onde o Dr. Richard Anderson, um especialista em diabetes, vem trabalhando com um elemento que poderia impedir Alzheimer naturalmente. É canela, e então nós dizemos a vocês os detalhes da investigação.
Anderson estudou o efeito de canela em células no laboratório, observando que este condimento ajuda a reduzir o efeito da doença, impedindo a formação de determinadas vertentes que podem contribuir para o desenvolvimento da doença ou se eles já estão formados podem reverter o efeito da da doença no paciente.
Mas quanto a canela devem ser consumidos para prevenir a doença de Alzheimer? De acordo com Anderson, consumidas, bem como extrato ou canela em alimentos, 1000 mg de canela por dia é suficiente para prevenir a doença.
Canela é um exclusivo dos recursos naturais medicinais, e integrando com sua sobremesas (e mesmo as suas refeições), você pode melhorar sua saúde, e adicionar um sabor rico a suas refeições.
sábado, 30 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Uvas, nozes e doença de Alzheimer
Publicado em 28/11/2009 by Roberto
Dieta rica em gorduras poli-insaturadas e em nutrientes funcionais, os assim chamados polifenóis, influenciam a neurogênese – ou seja, o nascimento (ou o surgimento, ou a produção) de neurônios no cérebro. Além disso, uma dieta rica neste nutrientes parece também reforçar a diferenciação dos diferentes tipos de neurônios, que exercem diferentes funções cerebrais. Esta foi a conclusão de estudos realizados por pesquisadores da Universidade Autônoma de Barcelona.
Camundongos alimentados com uma dieta rica em ácidos graxos poli-insaturados e polifenóis apresentaram uma maior proliferação de neurônios no bulbo olfatório e no hipocampo, regiões do cérebro comumente comprometidas em doentes que sofrem com Alzheimer. A doença de Alzheimer é uma das principais doenças neurodegenerativas, principalmente em idade avançada, e que compromete processos de memória e aprendizado.
Durante o desenvolvimento do cérebro, células-tronco geram diferentes tipos de células neuronais: neurônios, astrócitos e oligodendrócitos. Até os anos 1960 se acreditava que após a infância não surgiam mais neurônios no cérebro, e que o número destes apenas diminuía com o passar dos anos. Todavia, atualmente se sabe que os neurônios continuam a surgir durante a fase adulta. A capacidade de neurogênese do cérebro é limitada a duas áreas: o bulbo olfatório e o hipocampo (área relacionada à memória e aos processos de aprendizado). Embora o ritmo da neurogênse (formação de neurônios) diminua com o passar dos anos e principalmente quando da ocorrência de doenças neurodegenerativas, sabe-se que a diminuição da neurogênese pode ser evitada com uma dieta saudável e com exercícios físicos.
Segundo a pesquisa, uma dieta rica em substâncias antioxidantes – função exercida por ambos polifenóis e ácidos graxos poli-insaturados – pode ajudar significativamente na prevenção da doença de Alzheimer, e eventualmente ajudar na boa manutenção das funções cerebrais.
Alimentos ricos em polifenóis são chá verde, uvas, soja e vegetais verdes. Ácidos graxos de excelente qualidade são encontrados nos diferentes tipos de nozes, azeite de oliva (e azeitonas), peixes oceânicos de água fria, óleos de girassol, óleo de canola.
O estudo foi realizado por pesquisadores da Universidade Autônoma e Barcelona, e será publicado em dezembro. A referência completa é T. Valente, J. Hidalgo, I. Bolea, B. Ramirez, N. Anglés, J. Reguant, J. R. Morelló, C. Gutiérrez, M. Boada e M. Unzeta. A Diet Enriched in Polyphenols and Polyunsaturated Fatty Acids, LMN Diet, Induces Neurogenesis in the Subventricular Zone and Hippocampus of Adult Mouse Brain. Journal of Alzheimer’s Disease, 2009; 18 (4) DOI: 10.3233/JAD-2009-1188
Dieta rica em gorduras poli-insaturadas e em nutrientes funcionais, os assim chamados polifenóis, influenciam a neurogênese – ou seja, o nascimento (ou o surgimento, ou a produção) de neurônios no cérebro. Além disso, uma dieta rica neste nutrientes parece também reforçar a diferenciação dos diferentes tipos de neurônios, que exercem diferentes funções cerebrais. Esta foi a conclusão de estudos realizados por pesquisadores da Universidade Autônoma de Barcelona.
Camundongos alimentados com uma dieta rica em ácidos graxos poli-insaturados e polifenóis apresentaram uma maior proliferação de neurônios no bulbo olfatório e no hipocampo, regiões do cérebro comumente comprometidas em doentes que sofrem com Alzheimer. A doença de Alzheimer é uma das principais doenças neurodegenerativas, principalmente em idade avançada, e que compromete processos de memória e aprendizado.
Durante o desenvolvimento do cérebro, células-tronco geram diferentes tipos de células neuronais: neurônios, astrócitos e oligodendrócitos. Até os anos 1960 se acreditava que após a infância não surgiam mais neurônios no cérebro, e que o número destes apenas diminuía com o passar dos anos. Todavia, atualmente se sabe que os neurônios continuam a surgir durante a fase adulta. A capacidade de neurogênese do cérebro é limitada a duas áreas: o bulbo olfatório e o hipocampo (área relacionada à memória e aos processos de aprendizado). Embora o ritmo da neurogênse (formação de neurônios) diminua com o passar dos anos e principalmente quando da ocorrência de doenças neurodegenerativas, sabe-se que a diminuição da neurogênese pode ser evitada com uma dieta saudável e com exercícios físicos.
Segundo a pesquisa, uma dieta rica em substâncias antioxidantes – função exercida por ambos polifenóis e ácidos graxos poli-insaturados – pode ajudar significativamente na prevenção da doença de Alzheimer, e eventualmente ajudar na boa manutenção das funções cerebrais.
Alimentos ricos em polifenóis são chá verde, uvas, soja e vegetais verdes. Ácidos graxos de excelente qualidade são encontrados nos diferentes tipos de nozes, azeite de oliva (e azeitonas), peixes oceânicos de água fria, óleos de girassol, óleo de canola.
O estudo foi realizado por pesquisadores da Universidade Autônoma e Barcelona, e será publicado em dezembro. A referência completa é T. Valente, J. Hidalgo, I. Bolea, B. Ramirez, N. Anglés, J. Reguant, J. R. Morelló, C. Gutiérrez, M. Boada e M. Unzeta. A Diet Enriched in Polyphenols and Polyunsaturated Fatty Acids, LMN Diet, Induces Neurogenesis in the Subventricular Zone and Hippocampus of Adult Mouse Brain. Journal of Alzheimer’s Disease, 2009; 18 (4) DOI: 10.3233/JAD-2009-1188
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
GINGKO BILOBA NO TRATAMENTO DO ALZHEIMER
14/03
As indicações mais comuns da gingo biloba (Gb), uma planta de origem da Ásia, é o tratamento e a prevenção das condições médicas relacionadas ao envelhecimento, em particular para melhorar a memória, e as funções cognitivas (intelectuais), bem como no tratamento de labirintopatias (zumbidos e vertigens) e cefaléias.
Na Europa (particularmente França e Alemanha) e nos Estados Unidos, os extratos de Gingo Biloba figuram entre os produtos botânicos mais comercializados, embora nem sempre sob a fiscalização de agências reguladoras de saúde e de produção de medicamentos.
A inconstância dos achados dos estudos clínicos que avaliaram a eficácia da Gb, em transtornos (demênciais) tem sido interpretada com base em limitações metodológicas, e também na gravidade da demência das amostras selecionadas.
A partir da constatação da ineficácia Gb na demência grave, o foco dos estudos mais
recentes voltaram-se para os estágios iniciais da Doença de Alzheimer.
Estudo multicêntrico conduzido em 1997 surgiu que o tratamento com Gb 120 mg/dia por 52 semanas, proporcionou benefícios modestos, porém objetivamente detectáveis por testes, em pacientes com demência de Alzheimer e demência vascular em graus variáveis de gravidade clínica, com deficiências cognitivas muito leves ou leves.
Estudo de meta-análise recente realizado por J.Birks e colaboradores, gerontologistas da Universidade de Bristol, Inglaterra avaliaram os trabalhos relevantes sobre a eficácia e a tolerabilidade da Gb, no comprometimento cognitivo e na demência.
Foram incluídos os ensaios clínicos realizados até junho de 2002, sob condições metodológicas adequadas, e constataram que não são observadas diferenças estatisticamente significativas entre os grupos que tomaram Gb, e placebo no que diz respeito aos eventos adversos.
Mas quanto à eficácia da Gb, os autores dessa revisão da Medicina Baseada em Evidências, tiveram a impressão clínica global que existem benefícios associados ao uso de Gb em doses inferiores a 200 mg/dia por 12 semanas (p < 0,0001), ou em doses superiores a 200 mg/dia por 24 semanas (p = 0,02).
Parâmetros cognitivos, de atividades da vida diária e humor também apontam a superioridade da Gb, em relação ao placebo nas duas faixas de dosagem após 12, 24 e 52 semanas.
Os autores concluíram que a Gb é uma droga aparentemente segura, e sem efeitos adversos significativos em comparação ao placebo, e que existem evidências de que a Gb pode proporcionar algum benefício cognitivo e funcional.
Entretanto, alguns estudos metodologicamente adequados apresentaram resultados inconsistentes, questionando a indicação da Gb no tratamento dos transtornos cognitivos.
Fonte :: Cochrane Database Syst Rev.(4):CD003120
As indicações mais comuns da gingo biloba (Gb), uma planta de origem da Ásia, é o tratamento e a prevenção das condições médicas relacionadas ao envelhecimento, em particular para melhorar a memória, e as funções cognitivas (intelectuais), bem como no tratamento de labirintopatias (zumbidos e vertigens) e cefaléias.
Na Europa (particularmente França e Alemanha) e nos Estados Unidos, os extratos de Gingo Biloba figuram entre os produtos botânicos mais comercializados, embora nem sempre sob a fiscalização de agências reguladoras de saúde e de produção de medicamentos.
A inconstância dos achados dos estudos clínicos que avaliaram a eficácia da Gb, em transtornos (demênciais) tem sido interpretada com base em limitações metodológicas, e também na gravidade da demência das amostras selecionadas.
A partir da constatação da ineficácia Gb na demência grave, o foco dos estudos mais
recentes voltaram-se para os estágios iniciais da Doença de Alzheimer.
Estudo multicêntrico conduzido em 1997 surgiu que o tratamento com Gb 120 mg/dia por 52 semanas, proporcionou benefícios modestos, porém objetivamente detectáveis por testes, em pacientes com demência de Alzheimer e demência vascular em graus variáveis de gravidade clínica, com deficiências cognitivas muito leves ou leves.
Estudo de meta-análise recente realizado por J.Birks e colaboradores, gerontologistas da Universidade de Bristol, Inglaterra avaliaram os trabalhos relevantes sobre a eficácia e a tolerabilidade da Gb, no comprometimento cognitivo e na demência.
Foram incluídos os ensaios clínicos realizados até junho de 2002, sob condições metodológicas adequadas, e constataram que não são observadas diferenças estatisticamente significativas entre os grupos que tomaram Gb, e placebo no que diz respeito aos eventos adversos.
Mas quanto à eficácia da Gb, os autores dessa revisão da Medicina Baseada em Evidências, tiveram a impressão clínica global que existem benefícios associados ao uso de Gb em doses inferiores a 200 mg/dia por 12 semanas (p < 0,0001), ou em doses superiores a 200 mg/dia por 24 semanas (p = 0,02).
Parâmetros cognitivos, de atividades da vida diária e humor também apontam a superioridade da Gb, em relação ao placebo nas duas faixas de dosagem após 12, 24 e 52 semanas.
Os autores concluíram que a Gb é uma droga aparentemente segura, e sem efeitos adversos significativos em comparação ao placebo, e que existem evidências de que a Gb pode proporcionar algum benefício cognitivo e funcional.
Entretanto, alguns estudos metodologicamente adequados apresentaram resultados inconsistentes, questionando a indicação da Gb no tratamento dos transtornos cognitivos.
Fonte :: Cochrane Database Syst Rev.(4):CD003120
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Alzheimer: Ginko Biloba é fitoterápico indicado
Afinal, um dos principais problemas associados ao mal de Alzheimer é a perda da memória. Claro, nada é mais natural do que relacionar a dificuldade de expressão, a perda da verbalização progressiva à perda da memória. Por isso a ginko biloba tem sido utilizada na clínica geriátrica no tratamento de Mal de Alzheimer. Mas essa milenar árvore chinesa tem tido um resultado muito expressivo na prevenção da falta de memória em geral.
Muita gente atualmente não pensa duas vezes quando começa a esquecer palavras ou a demorar em se articular verbalmente. O que é muitas vezes motivo de brincadeira - "ah acho que estou ficando esclerosada"-pode se transformar, ao persistir o sintoma, em pânico total. Quem não tem medo do mal de Alzheimer e da aterosclerose?
Vendida nas farmácias de manipulação, de homeopatia ou em lojas de produtos naturais sob a forma de folhas trituradas ou de extrato, a Ginko Biloba contem um um bioflavonóide - isto é, um derivado com substâncias que inibem a agregação plaquetária e regula o tônus das micro artérias, garantindo um aumento na vascularização: "Por isso está relacionada com doenças ligadas à memória. Pois aumenta a vascularização cerebral".
Mas e no caso do mal de Alzheimer?
No caso dos pacientes com Alzheimer, a ginko biloba ajuda no tratamento. "É mais um paliativo, já que melhora a nutrição e o metabolismo das células cerebrais", informa o Dr. Alex Botsatis. Ele diz que a planta pode melhorar um pouquinho o quadro dos pacientes com Alzheimer, mas nao impede a evolução da doença. Já no caso da Aterosclerose, ela pode até interromper a evolução da doença ou retardar a sua progressão.
Ainda um antioxidante poderoso ele previne todos os danos causados pelos radicais livres, como câncer, e tem um efeito vaso dilatador estupendo. É bastante eficiente no tratamento de pessoas com problemas de irrigação sanguínea, ou com uma doença chamada claudicação intermitente (entupimento de uma artéria que nutre os membros inferiores, isto é, as pernas), tem também uma função anti- alérgica, podendo atenuar a asma e outros problemas respiratórios. E, ainda, pode ser usada nas fragilidades vasculares - casos em que vasos se rompem com facilidade - e para varizes. Em geral, associada à castanha da índia neste caso. E promove a renovação celular.
Do tempo dos dinossauros
A ginko é uma planta chinesa que vem, segundo a literatura esotérica, da árvore mais velha do mundo, que tem cerca de 250 milhões de anos de existência. É, portanto, anterior à existência dos dinossauros. Diz-se que é um fóssil vivo. É considerada pelos templos budistas uma árvore sagrada tanto na China como no Japão. Redescoberta nos tempos modernos, a Ginko biloba sempre foi uma das mais importantes plantas curativas na área da medicina ecológica. Medicina esta tão velha quanto o gênero humano, desenvolvida ao longo dos tempos através de conhecimentos adquiridos no dia a dia, transmitidos de geração a geração e que volta à cena neste novo milênio.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Os poderes do alho
Publicado em janeiro 29, 2009 em Saúde
ALHO
Originário da Europa Meridional, o alho, pela sua adaptabilidade a climas diferentes, logo chegou a outras localidades. Ele foi usado desde as épocas mais remotas na Medicina indiana, mencionado em textos bíblicos, colocado nas tumbas e pintado nos monumentos funerários do Egito. Em Roma, costumava-se comê-lo para melhorar a voz. Seu uso é constante até hoje, em quase todo o mundo.
Utilidades:
Altamente terapêutico, funciona como ativador da circulação sangüínea. Também ajuda a combater infecções. É um antibiótico natural, devido a uma substância descoberta em 1944, chamada alicina, que é a causadora de seu cheiro forte. Por isso, quem, por algum motivo, não possa ingeri-lo, pode fazer inalações, com bons resultados. Como seu cheiro é eliminado pela respiração ou pela pele, ele desinfeta o aparelho respiratório e o sangue. Não deve, no entanto, ser aplicado diretamente na pele porque pode provocar queimaduras, embora existam algumas terapias que são aplicadas desta maneira.
O alho aumenta a secreção glandular, não só da saliva, mas também de todo o aparelho digestivo, muitas vezes provocando mal-estar. Como remédio, deve ser usado com moderação e precaução.
Elimina vermes – os oxiúros vão embora rapidamente com os enemas de água de alho; elimina bactérias malignas do intestino, funciona como adstringente e calmante intestinal.
Abaixa a pressão arterial (ver artigo sobre o tema), melhora a circulação, é excelente para gripes, resfriados ou qualquer baixa do sistema imunológico, pois aumenta a resistência.
Impede o crescimento das células cancerígenas, porque regulariza o metabolismo. Também é antioxidante, combatendo os radicais livres.
Combate a prisão de ventre, gases, e ajuda nos problemas cardíacos.
Ajuda a regularizar o colesterol.
Foi muito usado para tifo e paratifo e no tratamento do cólera.
Nas doenças respiratórias, como tuberculose, enfisema pulmonar, gangrena pulmonar, asma, bronquite, e nas intoxicações por nicotina.
Ajuda a melhorar o humor, energizando e estimulando.
Como o alho pode ser usado?
Na confecção de alimentos – Não se deve, porém, refogá-lo com gorduras, e sim, com água.
No tempero da salada crua – Quem não gosta do seu cheiro, pode amenizá-lo com salsa.
Para hipertensão – Deixar de molho, à noite, um dente de alho picado em meio copo d’água, tampado. Pela manhã, coar e beber esta água. Isto serve também para gripes e resfriados ou se quiser fortalecer o sistema imunológico.
Como estimulante – Socar bastante um dente de alho pequeno com 2 colheres de mel, misturar e tomar; mas cuidado: por ser estimulante, tira o sono, sendo contra-indicado para quem tem insônia, nunca devendo ser usado à noite.
Cataplasma – Misturar com argila ou fubá para amadurecer furúnculos.
Para Pele – Bater dois dentes de alho com 1/4 de litro de leite no liqüidificador, passar na pele com uma mecha de algodão (atenção: uso externo).
Dores de dente – Colocar no dedo mínimo, amarrando do lado contrário ao dente doente (observar, para não queimar a pele).
Dores de ouvido: Retirar o sumo, molhar no algodão, envolver o molhado em outro seco e colocar no ouvido (cuidado para não encostar na pele)
Olhos Inflamados: Pedir para alguém mastigar um dente de alho, e, após jogá-lo fora, assoprar nos olhos do doente.
Para verme oxiúros: Ferver 1½ litro de água com dois dentes de alho, coar, esperar amornar ou esfriar completamente, e fazer lavagem intestinal durante três dias seguidos.
As lavagens só podem ser feitas com estômago vazio, longe das refeições, e nunca com suspeitas de hemorragias ou apendicite. Na dúvida, peça orientação.
Precauções:
Usar moderadamente.
Evitar o uso puro quando há gastrite ou problemas estomacais.
Alguns naturopatas são contra seu consumo, por ser muito estimulante; acham que desequilibra o metabolismo. Boa sorte!
ALHO
Originário da Europa Meridional, o alho, pela sua adaptabilidade a climas diferentes, logo chegou a outras localidades. Ele foi usado desde as épocas mais remotas na Medicina indiana, mencionado em textos bíblicos, colocado nas tumbas e pintado nos monumentos funerários do Egito. Em Roma, costumava-se comê-lo para melhorar a voz. Seu uso é constante até hoje, em quase todo o mundo.
Utilidades:
Altamente terapêutico, funciona como ativador da circulação sangüínea. Também ajuda a combater infecções. É um antibiótico natural, devido a uma substância descoberta em 1944, chamada alicina, que é a causadora de seu cheiro forte. Por isso, quem, por algum motivo, não possa ingeri-lo, pode fazer inalações, com bons resultados. Como seu cheiro é eliminado pela respiração ou pela pele, ele desinfeta o aparelho respiratório e o sangue. Não deve, no entanto, ser aplicado diretamente na pele porque pode provocar queimaduras, embora existam algumas terapias que são aplicadas desta maneira.
O alho aumenta a secreção glandular, não só da saliva, mas também de todo o aparelho digestivo, muitas vezes provocando mal-estar. Como remédio, deve ser usado com moderação e precaução.
Elimina vermes – os oxiúros vão embora rapidamente com os enemas de água de alho; elimina bactérias malignas do intestino, funciona como adstringente e calmante intestinal.
Abaixa a pressão arterial (ver artigo sobre o tema), melhora a circulação, é excelente para gripes, resfriados ou qualquer baixa do sistema imunológico, pois aumenta a resistência.
Impede o crescimento das células cancerígenas, porque regulariza o metabolismo. Também é antioxidante, combatendo os radicais livres.
Combate a prisão de ventre, gases, e ajuda nos problemas cardíacos.
Ajuda a regularizar o colesterol.
Foi muito usado para tifo e paratifo e no tratamento do cólera.
Nas doenças respiratórias, como tuberculose, enfisema pulmonar, gangrena pulmonar, asma, bronquite, e nas intoxicações por nicotina.
Ajuda a melhorar o humor, energizando e estimulando.
Como o alho pode ser usado?
Na confecção de alimentos – Não se deve, porém, refogá-lo com gorduras, e sim, com água.
No tempero da salada crua – Quem não gosta do seu cheiro, pode amenizá-lo com salsa.
Para hipertensão – Deixar de molho, à noite, um dente de alho picado em meio copo d’água, tampado. Pela manhã, coar e beber esta água. Isto serve também para gripes e resfriados ou se quiser fortalecer o sistema imunológico.
Como estimulante – Socar bastante um dente de alho pequeno com 2 colheres de mel, misturar e tomar; mas cuidado: por ser estimulante, tira o sono, sendo contra-indicado para quem tem insônia, nunca devendo ser usado à noite.
Cataplasma – Misturar com argila ou fubá para amadurecer furúnculos.
Para Pele – Bater dois dentes de alho com 1/4 de litro de leite no liqüidificador, passar na pele com uma mecha de algodão (atenção: uso externo).
Dores de dente – Colocar no dedo mínimo, amarrando do lado contrário ao dente doente (observar, para não queimar a pele).
Dores de ouvido: Retirar o sumo, molhar no algodão, envolver o molhado em outro seco e colocar no ouvido (cuidado para não encostar na pele)
Olhos Inflamados: Pedir para alguém mastigar um dente de alho, e, após jogá-lo fora, assoprar nos olhos do doente.
Para verme oxiúros: Ferver 1½ litro de água com dois dentes de alho, coar, esperar amornar ou esfriar completamente, e fazer lavagem intestinal durante três dias seguidos.
As lavagens só podem ser feitas com estômago vazio, longe das refeições, e nunca com suspeitas de hemorragias ou apendicite. Na dúvida, peça orientação.
Precauções:
Usar moderadamente.
Evitar o uso puro quando há gastrite ou problemas estomacais.
Alguns naturopatas são contra seu consumo, por ser muito estimulante; acham que desequilibra o metabolismo. Boa sorte!
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